Uma árvore documentada
Em ficheiro GEDCOM, que abre em qualquer programa de genealogia. É sua, para sempre, sem subscrição.
Investigação em arquivos portugueses
Encontro os seus antepassados nos registos paroquiais e civis, leio a letra original e devolvo-lhe uma árvore genealógica documentada, onde cada nome está ligado à página de onde veio.
Normalmente os primeiros documentos numa semana
Em ficheiro GEDCOM, que abre em qualquer programa de genealogia. É sua, para sempre, sem subscrição.
As imagens digitalizadas de cada registo, página a página, tal como estão no arquivo.
A caligrafia dos séculos XVII a XIX transcrita e traduzida, para que a possa ler de facto.
A árvore, os documentos e as histórias num endereço que pode partilhar com quem quiser.
O que foi encontrado e onde, e o que não foi encontrado. Saber onde a linha para também tem valor.
A minha própria família
Percorra os meus antepassados, abra os registos, leia as transcrições. Nove gerações documentadas, de 1666 até hoje, todas no Alentejo. É este o modelo exato do sítio que recebe para a sua família: muda a família, não muda o rigor.
Abrir o arquivoAbre numa janela nova.
A maior parte das pesquisas genealógicas entrega-lhe uma lista de nomes e datas. Não é possível verificar nenhum deles.
| Pesquisa comum | Aqui | |
|---|---|---|
| Prova de cada nome | Uma referência escrita, se houver | A imagem do próprio registo, que abre com um clique |
| A letra antiga | Fica por ler | Transcrita e traduzida, linha a linha |
| Primeiros resultados | Semanas ou meses | Normalmente uma semana |
| O que não foi encontrado | Não é referido | Relatado, com o motivo e onde parou |
| Formato | Um PDF | GEDCOM, imagens e um sítio para a família |
| Depois da entrega | Fica preso à plataforma | Os ficheiros são seus, sem subscrição |
Preços fechados, escritos aqui. Metade no início, metade na entrega.
Uma linha, três gerações
290 €
Os quatro avós
690 €
Com o sítio da família
1 490 €
Se já fez a sua pesquisa e o que quer é o sítio, construo-o a partir do seu ficheiro GEDCOM e das suas imagens, por 590 €.
Se o que procura não couber em nenhum destes três, diga-me: fecho o preço antes de haver qualquer compromisso. Nunca começo um trabalho sem que saiba de antemão quanto custa.
Um nome, uma aldeia, uma data numa certidão. Normalmente chega para começar.
Registo civil a partir de 1911 e, para trás disso, os livros paroquiais da freguesia.
Cada nome é confirmado no próprio documento antes de entrar na árvore.
A árvore, as imagens, as transcrições e o relatório do que ficou por encontrar.
Os arquivos portugueses estão digitalizados mas quase não estão indexados por nome. É por isso que uma pesquisa nos sítios internacionais de genealogia costuma parar na fronteira.
Duas pessoas com o mesmo nome na mesma aldeia não são a mesma pessoa enquanto um documento não o disser. Já paguei para aprender isto.
Há livros que arderam, anos que o pároco não escreveu, expostos sem pais na página. Quando uma linha para, digo-lhe exatamente onde e porquê.
Sem documento, fica como hipótese, marcada como tal. Nunca como facto. Uma árvore comprida e errada não vale nada.
Normalmente os primeiros documentos chegam-lhe numa semana: o registo de nascimento, casamento ou óbito que ancora a família, e a geração imediatamente acima. Não é uma garantia, depende da fila de trabalho e do estado dos livros da freguesia, e digo-lhe o prazo real quando aceito o trabalho. Uma linha completa até ao século XVIII leva mais tempo, e o prazo fecha-se depois desses primeiros dias, quando já sei com o que estou a lidar.
O registo civil obrigatório começa em 1911. Antes disso a fonte são os registos paroquiais: batismos, casamentos e óbitos guardados pela paróquia. Em muitas freguesias recuam ao século XVII e nalgumas ao século XVI. Na prática, uma família portuguesa com sorte documenta-se até por volta de 1650.
Ajuda muito, mas não é obrigatório. Um nome completo e um concelho chegam para começar. Com uma data aproximada de nascimento e o nome dos pais, quase sempre se encontra a freguesia.
Entrego a referência arquivística exata de cada registo, que é o que precisa para pedir a certidão com valor legal à conservatória. Não trato do processo de cidadania nem o represento: sou investigador de arquivo, não advogado.
Sim, em qualquer ponto do país. Os arquivos estão organizados por distrito e chego a todos, por isso o que conta é apenas onde a sua família viveu. Diga-me isso e digo-lhe o que sobrevive de lá.
Digo-lhe onde a linha parou e porquê, com a lista do que foi consultado. Combinamos o alcance e o preço antes de começar, para que nunca esteja a pagar uma busca aberta sem fim.
Escreva-me com o que sabe, mesmo que seja pouco. Um nome e uma aldeia chegam. Respondo a dizer se é possível e o que implica.
Resposta em 48 horas, em português, francês ou inglês.